
Quando Jesus Cristo elevou a união natural do homem e da mulher à dignidade de Sacramento, Ele projetou uma vida a dois de plena felicidade, na certeza da bênção de Deus na vida do casal e na vida dos filhos que viriam. Ele não pensou apenas "num tempo", "enquanto durar o amor", mas para a vida toda.
Nosso Deus, que não faz nada pela metade, não quer algo efêmero para nós. Nos dá tudo o que há de bom e de melhor. Para isso nos deu inteligência, liberdade, para escolhermos com quem nós queremos viver por toda a vida.
Aí a importância de um namoro bem vivido, onde ambos se conhecem bem e tem a oportunidade de conhecer as famílias de onde as partes procedem, seus gostos, suas alegrias e seus temperamentos. Tudo isso as pessoas levam para a vida a dois que começa com o casamento. Sei de casos em que as famílias se conheceram no dia do casamento. A festa se tornou pesada, pois ninguém conhecia ninguém. Eram dois grupos distintos, separados, a se olhar e a se comparar. É claro que depois os dois têm conversas que levam a sérias discussões. É preciso saber tudo antes do casamento. Os dois vão se conhecendo na medida em que o tempo passa. Porque houve afinidades, porque houve sentimentos, porque há amor, resolvem dar o passo sério.
Por isso, a necessidade da presença de Deus na vida dos namorados, dos noivos e dos casais. Se Ele não está presente, o casal constrói sobre a areia ou na encosta do morro. Na primeira dificuldade, a casa vem abaixo. Quando Deus faz parte da vida dos dois, as dificuldades surgem também, mas é mais fácil solucionar, pois ambos querem acertar e querem o bem um do outro.
Queridos amigos, que tal começar hoje a rezar um pelo outro e pala família que ambos vão constituir?
Sejam felizes e que o Pai Amoroso vos abençoe.
Com o carinho e a bênção do Pe. Caetano Rizzi.

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